Uma clínica de nutrição que recebe dezenas de mensagens por dia levou um ano para conseguir automatizar o atendimento. Não por falta de tecnologia. A conta simplesmente não fechava.
Hoje ela fecha com meia dúzia de clientes recuperados.
A clínica não mudou. O que mudou foi o preço.
Em uma única semana, Google, Anthropic e Meta lançaram modelos novos, e a mesma tarefa de IA ficou mais barata outra vez. Isso vem se repetindo todo mês.
Essas empresas competem por quem processa mais rápido e mais barato. Quando uma baixa o preço, as outras respondem em dias. Quem ganha com a disputa é quem usa a API ou a assinatura.
Alguns números da semana passada:
O Google lançou o Gemini Flash e uma versão focada em cibersegurança. Uma tarefa que custava um centavo há seis meses pode custar um terço disso hoje.
A Anthropic melhorou o Claude na parte agêntica, a que executa várias etapas sozinha. Projetos de automação que levavam dois ou três meses saem em semanas, com menos erro no meio do caminho.
A Meta lançou um modelo que gasta menos tokens para o mesmo trabalho e que para para confirmar antes de executar uma ação, o que reduz o risco de a IA agir errado sozinha.
E o custo de analisar vídeo longo caiu até 66%. Call de venda, reunião de diagnóstico e mentoria gravada viram dado analisável sem equipe de dados.
Nenhum desses lançamentos isolados importa tanto quanto a velocidade com que a distância encolhe entre o que só empresa grande pagava e o que qualquer negócio paga.
Se você olhou para alguma automação nos últimos dois anos e concluiu que era cara demais, essa conta provavelmente já mudou. Quantas dessas decisões você tomou com preço de antes?